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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Eucaristia, sacramento da unidade



Desde sempre, tem sido evidente ao homem que o sinal mais espontâneo e simples de união e amizade, é comer juntos, e compartilhar o pão. Também no tempo de Jesus, se praticava este costume. Entre as muitas ceias familiares que um lar judeu podia celebrar, havia uma especialíssima: a ceia pascal. Era um agradecimento a Deus pelo milagre da libertação do Egito. Nela, a família judia expressava sua unidade não apenas entre si, mas também com seu Deus. Foi celebrando esta ceia que Jesus consagrou o pão e o vinho, instituindo a Eucaristia.
A Eucaristia é o auge da vida da Igreja e a coroa de seus sacramentos.

É a grande Ceia de agradecimento da família cristã, em que celebramos todos os dons recebidos do amor do Pai. Agradecemos, em primeiro lugar, por Cristo, pelo milagre de sua morte e ressurreição, que nos liberou do pecado e da morte. Agradecemos que Cristo nos fez filhos e irmãos.

Na Eucaristia expressamos também nossa união familiar, comendo o Pão e o Vinho, que são o Corpo e o Sangue do Senhor. Com este gesto, a Igreja manifesta o mais profundo de si mesma: a íntima comunhão de amor dos homens, entre si e com Deus, alcançada em Cristo.

Assim, a Eucaristia constitui uma verdadeira antecipação na terra, do que será a vida da Família de Deus, uma vez consumada no Reino dos Céus. Por isso a Eucaristia é a coroa de todos os sacramentos.

Ela é o sacramento da unidade da igreja: porque a expressa e acrescenta. Quem não estiver vivendo essa unidade, não poderá se aproximar da mesa do Senhor. Porque seu gesto de compartilhar com Ele e com os demais um mesmo Pão, seria uma mentira. Por isso, São Paulo pede que cada um se revise antes de comer do Pão e de beber o Vinho. E o Senhor nos diz que se alguém lembra haver ofendido a um irmão, vá primeiro se reconciliar com ele e volte depois ao altar.

Porque a comunhão não pode ser uma comédia de fraternidade, que celebramos domingo, enquanto durante a semana nos apunhalamos uns aos outros com nosso ódio, nossos rancores, nossas injustiças.

Deve haver uma continuidade entre vida diária e Eucaristia. Ao comungar devemos expressar essa unidade que já estamos vivendo, de algum modo, em nosso lar, em nossa vizinhança. Ou pelo menos, devemos manifestar o sincero esforço de que estamos empenhados para construir um mundo em que haja mais amor e unidade.

Deus sabe que somos pecadores. Que estamos todos a caminho, como no antigo Israel. Deste ponto de vista, a Eucaristia é o banquete em que o Pai acolhe e celebra a seus filhos pródigos. Banquete de perdão e de reconciliação, para os que humildemente confessam suas traições e retornam para pedir o Pão que pode ajudá-los, a ser mais filhos e mais irmãos.

Ninguém melhor que Maria pode nos ensinar como nos aproximar da Eucaristia. Este foi seu grande sacramento, o único que Ela recebeu do mesmo modo que nós. Cada vez que recebia das mãos de São João este Pão, que era o Corpo de seu Filho, Maria deve ter se emocionado profundamente. Porque reconhecia o mesmo Pão que Ela, durante nove meses, havia preparado com amor em seu ventre. Porque sabia que era farinha de seu próprio trigal.

A Mãe de Deus fez sua “Primeira comunhão” no dia da Anunciação. Uma “Primeira comunhão” única, que se prolongou durante os nove meses que Jesus habitou em seu corpo. Depois, cada vez que Maria comungava, revivia esses meses de profunda união Espiritual e física com o Filho que esperava.

Peçamos, por isso, à Mãe de Deus que nos ensine o modo de nos aproximar da Eucaristia. Que ela nos ajude a reviver em nós sua atitude da Anunciação. Isto é, com um coração pobre e puro, disponível, capaz de crer e de dizer que sim, porque tudo o mais corre por conta do Senhor, para quem nada é impossível.

Perguntas para a reflexão:
1. Sinto-me unido a minha comunidade?
2. Comungo estando em inimizade com outros?
3. Relaciono Maria com a Eucaristia?

Maria e a Eucaristia – Papa João Paulo II


NA ESCOLA DE MARIA, MULHER « EUCARÍSTICA »

CARTA ENCÍCLICA
ECCLESIA DE EUCHARISTIA
DO SUMO PONTÍFICE JOÃO PAULO II
CAPÍTULO VI

53. Se quisermos redescobrir em toda a sua riqueza a relação íntima entre a Igreja e a Eucaristia, não podemos esquecer Maria, Mãe e modelo da Igreja. Na carta apostólica Rosarium Virginis Mariæ, depois de indicar a Virgem Santíssima como Mestra na contemplação do rosto de Cristo, inseri também entre os mistérios da luz a instituição da Eucaristia.(102) Com efeito, Maria pode guiar-nos para o Santíssimo Sacramento porque tem uma profunda ligação com ele.

À primeira vista, o Evangelho nada diz a tal respeito. A narração da instituição, na noite de Quinta-feira Santa, não fala de Maria. Mas sabe-se que Ela estava presente no meio dos Apóstolos, quando, « unidos pelo mesmo sentimento, se entregavam assiduamente à oração » (Act 1, 14), na primeira comunidade que se reuniu depois da Ascensão à espera do Pentecostes. E não podia certamente deixar de estar presente, nas celebrações eucarísticas, no meio dos fiéis da primeira geração cristã, que eram assíduos à « fracção do pão » (Act 2, 42).

Para além da sua participação no banquete eucarístico, pode-se delinear a relação de Maria com a Eucaristia indirectamente a partir da sua atitude interior. Maria é mulher « eucarística » na totalidade da sua vida. A Igreja, vendo em Maria o seu modelo, é chamada a imitá-La também na sua relação com este mistério santíssimo.

54. Mysterium fidei! Se a Eucaristia é um mistério de fé que excede tanto a nossa inteligência que nos obriga ao mais puro abandono à palavra de Deus, ninguém melhor do que Maria pode servir-nos de apoio e guia nesta atitude de abandono. Todas as vezes que repetimos o gesto de Cristo na Última Ceia dando cumprimento ao seu mandato: « Fazei isto em memória de Mim », ao mesmo tempo acolhemos o convite que Maria nos faz para obedecermos a seu Filho sem hesitação: « Fazei o que Ele vos disser » (Jo 2, 5). Com a solicitude materna manifestada nas bodas de Caná, Ela parece dizer-nos: « Não hesiteis, confiai na palavra do meu Filho. Se Ele pôde mudar a água em vinho, também é capaz de fazer do pão e do vinho o seu corpo e sangue, entregando aos crentes, neste mistério, o memorial vivo da sua Páscoa e tornando-se assim “pão de vida” ».

55. De certo modo, Maria praticou a sua fé eucarística ainda antes de ser instituída a Eucaristia, quando ofereceu o seu ventre virginal para a encarnação do Verbo de Deus. A Eucaristia, ao mesmo tempo que evoca a paixão e a ressurreição, coloca-se no prolongamento da encarnação. E Maria, na anunciação, concebeu o Filho divino também na realidade física do corpo e do sangue, em certa medida antecipando n’Ela o que se realiza sacramentalmente em cada crente quando recebe, no sinal do pão e do vinho, o corpo e o sangue do Senhor.

Existe, pois, uma profunda analogia entre o fiat pronunciado por Maria, em resposta às palavras do Anjo, e o amen que cada fiel pronuncia quando recebe o corpo do Senhor. A Maria foi-Lhe pedido para acreditar que Aquele que Ela concebia « por obra do Espírito Santo » era o « Filho de Deus » (cf. Lc 1, 30-35). Dando continuidade à fé da Virgem Santa, no mistério eucarístico é-nos pedido para crer que aquele mesmo Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, Se torna presente nos sinais do pão e do vinho com todo o seu ser humano-divino.

« Feliz d’Aquela que acreditou » (Lc 1, 45): Maria antecipou também, no mistério da encarnação, a fé eucarística da Igreja. E, na visitação, quando leva no seu ventre o Verbo encarnado, de certo modo Ela serve de « sacrário » – o primeiro « sacrário » da história –, para o Filho de Deus, que, ainda invisível aos olhos dos homens, Se presta à adoração de Isabel, como que « irradiando » a sua luz através dos olhos e da voz de Maria. E o olhar extasiado de Maria, quando contemplava o rosto de Cristo recém-nascido e O estreitava nos seus braços, não é porventura o modelo inatingível de amor a que se devem inspirar todas as nossas comunhões eucarísticas?

56. Ao longo de toda a sua existência ao lado de Cristo, e não apenas no Calvário, Maria viveu a dimensão sacrificial da Eucaristia. Quando levou o menino Jesus ao templo de Jerusalém, « para O apresentar ao Senhor » (Lc 2, 22), ouviu o velho Simeão anunciar que aquele Menino seria « sinal de contradição » e que uma « espada » havia de trespassar também a alma d’Ela (cf. Lc 2, 34-35). Assim foi vaticinado o drama do Filho crucificado e de algum modo prefigurado o « stabat Mater » aos pés da Cruz. Preparando-Se dia a dia para o Calvário, Maria vive uma espécie de « Eucaristia antecipada », dir-se-ia uma « comunhão espiritual » de desejo e oferta, que terá o seu cumprimento na união com o Filho durante a Paixão, e manifestar-se-á depois, no período pós-pascal, na sua participação na celebração eucarística, presidida pelos Apóstolos, como « memorial » da Paixão.

Impossível imaginar os sentimentos de Maria, ao ouvir dos lábios de Pedro, João, Tiago e restantes apóstolos as palavras da Última Ceia: « Isto é o meu corpo que vai ser entregue por vós » (Lc 22, 19). Aquele corpo, entregue em sacrifício e presente agora nas espécies sacramentais, era o mesmo corpo concebido no seu ventre! Receber a Eucaristia devia significar para Maria quase acolher de novo no seu ventre aquele coração que batera em uníssono com o d’Ela e reviver o que tinha pessoalmente experimentado junto da Cruz.

57. « Fazei isto em memória de Mim » (Lc 22, 19). No « memorial » do Calvário, está presente tudo o que Cristo realizou na sua paixão e morte. Por isso, não pode faltar o que Cristo fez para com sua Mãe em nosso favor. De facto, entrega-Lhe o discípulo predilecto e, nele, entrega cada um de nós: « Eis aí o teu filho ». E de igual modo diz a cada um de nós também: « Eis aí a tua mãe » (cf. Jo 19, 26-27).

Viver o memorial da morte de Cristo na Eucaristia implica também receber continuamente este dom. Significa levar connosco – a exemplo de João – Aquela que sempre de novo nos é dada como Mãe. Significa ao mesmo tempo assumir o compromisso de nos conformarmos com Cristo, entrando na escola da Mãe e aceitando a sua companhia. Maria está presente, com a Igreja e como Mãe da Igreja, em cada uma das celebrações eucarísticas. Se Igreja e Eucaristia são um binómio indivisível, o mesmo é preciso afirmar do binómio Maria e Eucaristia. Por isso mesmo, desde a antiguidade é unânime nas Igrejas do Oriente e do Ocidente a recordação de Maria na celebração eucarística.

58. Na Eucaristia, a Igreja une-se plenamente a Cristo e ao seu sacrifício, com o mesmo espírito de Maria. Tal verdade pode-se aprofundar relendo o Magnificat em perspectiva eucarística. De facto, como o cântico de Maria, também a Eucaristia é primariamente louvor e acção de graças. Quando exclama: « A minha alma glorifica ao Senhor e o meu espírito exulta de alegria em Deus meu Salvador », Maria traz no seu ventre Jesus. Louva o Pai « por » Jesus, mas louva-O também « em » Jesus e « com » Jesus. É nisto precisamente que consiste a verdadeira « atitude eucarística ».

Ao mesmo tempo Maria recorda as maravilhas operadas por Deus ao longo da história da salvação, segundo a promessa feita aos nossos pais (cf. Lc 1, 55), anunciando a maravilha mais sublime de todas: a encarnação redentora. Enfim, no Magnificat está presente a tensão escatológica da Eucaristia.

Cada vez que o Filho de Deus Se torna presente entre nós na « pobreza » dos sinais sacramentais, pão e vinho, é lançado no mundo o germe daquela história nova, que verá os poderosos « derrubados dos seus tronos » e « exaltados os humildes » (cf. Lc 1, 52).

Maria canta aquele « novo céu » e aquela « nova terra », cuja antecipação e em certa medida a « síntese » programática se encontram na Eucaristia. Se o Magnificat exprime a espiritualidade de Maria, nada melhor do que esta espiritualidade nos pode ajudar a viver o mistério eucarístico. Recebemos o dom da Eucaristia, para que a nossa vida, à semelhança da de Maria, seja toda ela um magnificat! 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Imaginemos Maria



Falo a você que crê que Jesus salva e que ele já levou bilhões de pessoas para o céu. Levou também, Maria, sua santa mãe. Se alguma religião ensinasse que ele ainda não conseguiu levar nem a própria mãe, tal religião estaria negando, ou o poder intercessor de Jesus e o valor da sua vitória sobre a morte, ou a santidade e a pureza de Maria.
Nem eu nem você sabemos como era Maria. Então temos que imaginar como era em Nazaré e como é hoje no céu. E é bem aí que precisamos tomar cuidado com a nossa imaginação. Não podemos colocar Maria nem acima, nem abaixo do lugar dela no Reino de Deus. Não podemos imaginá-la nem além, nem aquém do que a nossa Igreja ensina Não podemos inventar recados que ela não deu, palavras que ela não disse nem diria, aparições que não aconteceram. Videntes erram e, não poucas vezes, também.os sacerdotes que os aconselham. Alguém pode amar muito a Jesus e a sua mãe e, levado pelo entusiasmo, criar visões que não aconteceram. Muita gente já fez isso, para depois admitir que estava iludida. Não era a mãe de Jesus. A Igreja percebeu que era engano desse ou dessa fiel.
Por isso , se você garante que a vê e que ela lhe fala e, se a ama de verdade, não dê nenhum recado que acha que ouviu dela, sem primeiro consultar mais de um sacerdote. De preferência ouça um do seu grupo e outro de fora. O fato é tão sério que convém ouvir ainda um terceiro, indicado pelo bispo da diocese. Que os três tenham uma boa bagagem teológica e uma boa experiência pastoral. Não devem ser muito jovens. Se, de quebra, puder conversar com um psicólogo católico, faça isso.
Porque dou este conselho? Porque tenho lido, visto e ouvido muita gente dar recados em nome de Maria, sem o conhecimento dos sacerdotes e dos bispos. A grande maioria sabe pouco de bíblia, de catecismo e de História da Igreja. Talvez por isso ande repetindo o que a Igreja já condenou e questionou no passado.
Nós, católicos, temos dezenas de escritos oficiais sobre Maria e o seu papel na nossa Igreja e no cristianismo. Mas temos também, circulando entre o povo milhares de folhetos e panfletos de irmãos e irmãs que dizem que Maria mandou publicar aquilo. Se não estão brincando de videntes e parecem assim tão certos de estarem ouvindo Maria, então que se deixem analisar por gente tão ou mais séria do que eles, que também não estão brincando de ser bispo, teólogo ou pároco! Imaginemos Maria , sim, mas aceitando os limites propostos pela nossa Igreja e pelo Santo Livro. Você tem ouvido ultimamente algumas pregações sobre Maria? Alguns a diminuem e outros a super-exaltam. E tudo o que ela quer é o respeito que certamente ela merece. Que tal lermos o que a Igreja disse sobre ela desde l950? Pelo menos é um discurso mais atual! Entre as palavras de um piedoso livro do século XVI e as do Vaticano II, mais as dos papas do século XX qual delas você divulgaria? Ou aquilo tudo foi pensado e escrito para depois agirmos como se nada tivesse sido dito sobre Maria nos últimos 50 anos?
Pe. Zezinho scj

Ave Maria Natureza - Voz de Paula Fernandes


Conversión - Conheça o trabalho do Chileno Francisco Val


Francisco Val - Conheça esse cantor católico Chileno e seu álbum Conversión...
Conversão que nasce com a idéia de acompanhar Cristo, através do deserto, seu caminho até a Cruz, o significado da ressurreição culminando com a glória do Espírito Santo. Uma mudança na história que orienta e dá sentido às nossas vidas. Um convite para renascer das profundezas da alma e a olhar de uma forma mais livre, mais fraterna, mais cheia, mais perto de Deus, que deu a sua vida por nós.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A Fé Eucarística de Maria




De certo modo, Maria praticou a sua fé eucarística ainda antes de ser instituída a Eucaristia, quando ofereceu o seu ventre virginal para a encarnação do Verbo de Deus. A Eucaristia, ao mesmo tempo que evoca a paixão e a ressurreição, coloca-se no prolongamento da encarnação. E Maria, na anunciação, concebeu o Filho divino também na realidade física do corpo e do sangue, em certa medida antecipando n’Ela o que se realiza sacramentalmente em cada crente quando recebe, no sinal do pão e do vinho, o corpo e o sangue do Senhor.
Existe, pois, uma profunda analogia entre o fiat pronunciado por Maria, em resposta às palavras do Anjo, e o amen que cada fiel pronuncia quando recebe o corpo do Senhor. A Maria foi-Lhe pedido para acreditar que Aquele que Ela concebia « por obra do Espírito Santo » era o « Filho de Deus » (cf. Lc 1, 30-35). Dando continuidade à fé da Virgem Santa, no mistério eucarístico é-nos pedido para crer que aquele mesmo Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, Se torna presente nos sinais do pão e do vinho com todo o seu ser humano-divino.
João Paulo II

Perfil de um legionário à luz da Bíblia


  1. É ter “os mesmo sentimentos que havia em Jesus“ (Fl 2,5).
  2. “Devo anunciar a Boa Notícia do Reino de Deus também para outras cidades, porque é para isso que fui enviado“ (Lc 4,43).
  3. Ele não anda sem rumo (I cor 9,26).
  4. É um apaixonado pelo Deus da vida e pela causa da vida, como o profeta Jeremias (Jr 20,7-11).
  5. “E sereis minhas testemunhas até os externos da terra“ (At 1,8).
  6. “Considero tudo uma perda, diante do bem superior que é o conhecimento do meu Senhor Jesus Cristo. Por causa da vida, conhecimento do meu Senhor Jesus. Por causa dele perdi tudo, e considero tudo como lixo, a fim de ganhar a Cristo e estar com ele“ (Fl 3,8).
  7. Estudar o Evagelho de Jesus, com a mesma atidude de Maria, irmã de Marta, sentada aos pés de Jesus (Lc 10,38-42).
  8. “Fiquem alegres, porque os names de vocês estão escritos no Céu“ (Lc 10,20
  9. “Quando vocês tiverem cumprindo tudo o que lhe mandaram fazer, digam: somos empregados inúteis, fizemos o que devíamos fazer“ (Lc 17,17).
  10. Assume a vida dos primeiros missionários porque são pessoas que:
  • Sabem colher os frutos do Reinos espalhados no meio do povo;
  • Vivem em oração;
  • Anunciam com coragem o Reino de Deus em uma sociedade conflitiva;
  • Levam uma vida humilde;
  • Não perdem tempo inutilmente pelo caminho, organizam tudo em função da missão;
  • Levam a palavra de paz (Shalom).
  • Visitam a aceitar hospedagem com gratidão, sem fazer exigências.
  • Lutam para reintegrar os excluídos na sociedade.
  • Não aceitar corromper-se por uma sociedade injusta e contrária ao projeto de Deus.
Conforme está escrito em Lucas 10, 1-11,
também em Mateus 10, 1-15 e Marcos 6, 6-13.

Legionário o Semeador



No imenso campo do mundo tu és semeador,


semeia, Legionário, semeia


cada vez com maior amor.


Não digas que o solo é mau,

Que chove frequentemente

ou que o sol castiga a terra

ou que não serve a semente.

Enfrenta as dificuldades não podes desanimar.

Aqui no campo do mundo, teu dever é semear.

Tua palavra é semente.

Teu exemplo, teu perdão,

É semente que dás tua lição.


É semente teu sorriso,

o teu aperto de mão.

É semente tudo, tudo que vem do teu coração.

Não esperas recompensa, mas recompensa terás.

E nem apenas em riqueza mas rico sei que serás.

Porque trabalhas num reino.

Onde perder é ganhar Onde dar é receber .

Vamos, legionário semear.


Semeia, semeia sempre.

Cada vez com mais amor.

No imenso campo do mundo.

Tu és semeador!

Norma de Oliveira

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

OUTUBRO, MÊS DAS MISSÕES - 2013


A 5ª Conferência de Aparecida faz apelo forte, no sentido de que toda a Igreja, todos os batizados se tornem discípulos-missionários de Jesus Cristo.
As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da CNBB insistem no assunto, falando de “uma Igreja em estado permanente de missão”.
O Papa Francisco está insistindo muito numa Igreja que sai das quatro paredes, de uma Igreja do “ir”. O Papa Francisco nos manda arriscar. Prefere uma Igreja acidentada por arriscar, à uma Igreja parada , doente. Não esqueçamos de nossa diocese irmã de Cristalândia e de nosso missionário, Pe. Antônio Mendes.
O mês missionário retoma o tema da Campanha da Fraternidade, dando-lhe roupagem missionária: Juventude em missão. Lema: “A quem eu te enviar, irás” (Jr. 1,7b).
É importante que em cada comunidade se assuma com muito empenho e criatividade o trabalho missionário e também a coleta. O mês missionário não visa só a coleta, mas todo um trabalho de animação missionária. Quando o povo é bem motivado, não deixa de responder positivamente.
Não existe missão sem visitação, sem sair, ir ao encontro, acolher bem. Visitar é ir, sair, ir ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades, marcar presença nos diversos ambientes.
Nas celebrações, dar sempre um enfoque missionário, usar os planfletos que trazem preces, oração e explicações sobre o Ano da Infância e Adolescência Missionária no Brasil, sobre a coleta do Dia Mundial das Missões, sobre a Comissão Episcopal para a Amazônia e sobre o Dia Nacional da Juventude.
O Dia Mundial das Missões, além de conscientizar para o espírito missionário, nos convida a fazer um gesto de solidariedade através de uma coleta para o trabalho missionário. A distribuição dos envelopes ajuda bastante para uma boa coleta. Toda coleta é enviada para Roma, que aplica estes recursos nas terras de missão. Dias 19 e 20 de outubro, Dia Mundial das Missões, é o dia da Coleta Nacional em favor das missões.
Ser missionário é pensar globalmente e agir localmente. Ser missionário é ocupar os espaços vazios. Nós não podemos ir até as terras de missão, mas a nossa oração e os nossos recursos podem chegar até lá.


Saudações Missionários!


Pe. Valdemar Carminati

O Chamado Vocacional: Por que?


Amor Mariano: Se você sente o chamado de Deus em sua vida para o Sacerdócio não perca tempo e procure por um seminário onde se viva a Santa Tradição da Igreja. Devemos tomar cuidado com os seminários escolhidos pois infelizmente em muitos deles (na maioria) a apostasia já tomou conta. Salve Maria Puríssima! Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!


Vocation: Why not Priest?   Tradução:  Vocação: Por que não Padre (Sacerdote)?



Tradução da Música Legendado
Why Not Priest? 
The Way: The Vocation."
Porque não ser sacerdote?
A Maneira: A Vocação.