terça-feira, 22 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Eucaristia, sacramento da unidade
Desde sempre, tem sido evidente ao homem que o sinal mais espontâneo e simples de união e amizade, é comer juntos, e compartilhar o pão. Também no tempo de Jesus, se praticava este costume. Entre as muitas ceias familiares que um lar judeu podia celebrar, havia uma especialíssima: a ceia pascal. Era um agradecimento a Deus pelo milagre da libertação do Egito. Nela, a família judia expressava sua unidade não apenas entre si, mas também com seu Deus. Foi celebrando esta ceia que Jesus consagrou o pão e o vinho, instituindo a Eucaristia.
A
Eucaristia é o auge da vida da Igreja e a coroa de seus sacramentos.
É
a grande Ceia de agradecimento da família cristã, em que
celebramos todos os dons recebidos do amor do Pai. Agradecemos, em
primeiro lugar, por Cristo, pelo milagre de sua morte e ressurreição,
que nos liberou do pecado e da morte. Agradecemos que Cristo nos fez
filhos e irmãos.
Na
Eucaristia expressamos também nossa união familiar, comendo o Pão
e o Vinho, que são o Corpo e o Sangue do Senhor. Com este gesto, a
Igreja manifesta o mais profundo de si mesma: a íntima comunhão
de amor dos homens, entre si e com Deus, alcançada em Cristo.
Assim,
a Eucaristia constitui uma verdadeira antecipação na terra,
do que será a vida da Família de Deus, uma vez consumada no Reino
dos Céus. Por isso a Eucaristia é a coroa de todos os sacramentos.
Ela
é o sacramento
da unidade da igreja:
porque a expressa e acrescenta. Quem não estiver vivendo essa
unidade, não poderá se aproximar da mesa do Senhor. Porque seu
gesto de compartilhar com Ele e com os demais um mesmo Pão, seria
uma mentira. Por isso, São Paulo pede que cada um se revise antes de
comer do Pão e de beber o Vinho. E o Senhor nos diz que se alguém
lembra haver ofendido a um irmão, vá primeiro se reconciliar com
ele e volte depois ao altar.
Porque
a comunhão não pode ser uma comédia de fraternidade, que
celebramos domingo, enquanto durante a semana nos apunhalamos uns aos
outros com nosso ódio, nossos rancores, nossas injustiças.
Deve
haver uma continuidade entre vida diária e Eucaristia.
Ao comungar devemos expressar essa unidade que já estamos vivendo,
de algum modo, em nosso lar, em nossa vizinhança. Ou pelo menos,
devemos manifestar o sincero esforço de que estamos empenhados para
construir um mundo em que haja mais amor e unidade.
Deus
sabe que somos pecadores. Que estamos todos a caminho, como no antigo
Israel. Deste ponto de vista, a Eucaristia é o banquete em que o Pai
acolhe e celebra a seus filhos pródigos. Banquete de perdão e de
reconciliação, para os que humildemente confessam suas traições
e retornam para pedir o Pão que pode ajudá-los, a ser mais filhos e
mais irmãos.
Ninguém
melhor que Maria pode nos ensinar
como
nos aproximar da Eucaristia.
Este foi seu grande sacramento, o único que Ela recebeu do mesmo
modo que nós. Cada vez que recebia das mãos de São João este Pão,
que era o Corpo de seu Filho, Maria deve ter se emocionado
profundamente. Porque reconhecia o mesmo Pão que Ela, durante nove
meses, havia preparado com amor em seu ventre. Porque sabia que era
farinha de seu próprio trigal.
A
Mãe de Deus fez sua “Primeira
comunhão”
no dia da Anunciação.
Uma “Primeira comunhão” única, que se prolongou durante os nove
meses que Jesus habitou em seu corpo. Depois, cada vez que Maria
comungava, revivia esses meses de profunda união Espiritual e física
com o Filho que esperava.
Peçamos,
por isso, à Mãe de Deus que nos ensine o modo de nos aproximar da
Eucaristia. Que ela nos ajude a reviver em nós sua atitude da
Anunciação. Isto é, com um coração pobre e puro, disponível,
capaz de crer e de dizer que sim, porque tudo o mais corre por conta
do Senhor, para quem nada é impossível.
Perguntas
para a reflexão:
1.
Sinto-me unido a minha comunidade?
2.
Comungo estando em inimizade com outros?
3.
Relaciono Maria com a Eucaristia?
Maria e a Eucaristia – Papa João Paulo II
NA
ESCOLA DE MARIA, MULHER « EUCARÍSTICA »
CARTA
ENCÍCLICA
ECCLESIA DE EUCHARISTIA
DO SUMO PONTÍFICE JOÃO PAULO II
ECCLESIA DE EUCHARISTIA
DO SUMO PONTÍFICE JOÃO PAULO II
CAPÍTULO
VI
53.
Se quisermos redescobrir em toda a sua riqueza a relação íntima
entre a Igreja e a Eucaristia, não podemos esquecer Maria, Mãe e
modelo da Igreja. Na carta apostólica Rosarium Virginis Mariæ,
depois de indicar a Virgem Santíssima como Mestra na contemplação
do rosto de Cristo, inseri também entre os mistérios da luz a
instituição da Eucaristia.(102) Com efeito, Maria
pode guiar-nos para o Santíssimo Sacramento porque tem uma profunda
ligação com ele.
À
primeira vista, o Evangelho nada diz a tal respeito. A narração da
instituição, na noite de Quinta-feira Santa, não fala de Maria.
Mas sabe-se que Ela estava presente no meio dos Apóstolos, quando, «
unidos pelo mesmo sentimento, se entregavam assiduamente à oração
» (Act 1, 14), na primeira comunidade que se reuniu depois da
Ascensão à espera do Pentecostes. E não podia certamente deixar de
estar presente, nas celebrações eucarísticas, no meio dos fiéis
da primeira geração cristã, que eram assíduos à « fracção do
pão » (Act 2, 42).
Para
além da sua participação no banquete eucarístico, pode-se
delinear a relação de Maria com a Eucaristia indirectamente a
partir da sua atitude interior. Maria
é mulher « eucarística » na totalidade da sua vida. A
Igreja, vendo em Maria o seu modelo, é chamada a imitá-La também
na sua relação com este mistério santíssimo.
54.
Mysterium fidei! Se a Eucaristia é um mistério de fé que excede
tanto a nossa inteligência que nos obriga ao mais puro abandono à
palavra de Deus, ninguém
melhor do que Maria pode servir-nos de apoio e guia nesta atitude de
abandono.
Todas as vezes que repetimos o gesto de Cristo na Última Ceia dando
cumprimento ao seu mandato: « Fazei isto em memória de Mim », ao
mesmo tempo acolhemos o convite que Maria nos faz para obedecermos a
seu Filho sem hesitação: « Fazei o que Ele vos disser » (Jo 2,
5). Com a solicitude materna manifestada nas bodas de Caná, Ela
parece dizer-nos: « Não hesiteis, confiai na palavra do meu Filho.
Se Ele pôde mudar a água em vinho, também é capaz de fazer do pão
e do vinho o seu corpo e sangue, entregando aos crentes, neste
mistério, o memorial vivo da sua Páscoa e tornando-se assim “pão
de vida” ».
55.
De certo modo, Maria
praticou a sua fé eucarística ainda antes de ser instituída a
Eucaristia,
quando ofereceu o seu ventre virginal para a encarnação do Verbo de
Deus. A Eucaristia, ao mesmo tempo que evoca a paixão e a
ressurreição, coloca-se no prolongamento da encarnação. E Maria,
na anunciação, concebeu o Filho divino também na realidade física
do corpo e do sangue, em certa medida antecipando n’Ela o que se
realiza sacramentalmente em cada crente quando recebe, no sinal do
pão e do vinho, o corpo e o sangue do Senhor.
Existe,
pois, uma profunda analogia entre o fiat pronunciado por Maria, em
resposta às palavras do Anjo, e o amen que cada fiel pronuncia
quando recebe o corpo do Senhor. A Maria foi-Lhe pedido para
acreditar que Aquele que Ela concebia « por obra do Espírito Santo
» era o « Filho de Deus » (cf. Lc 1, 30-35). Dando continuidade à
fé da Virgem Santa, no mistério eucarístico é-nos pedido para
crer que aquele mesmo Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, Se torna
presente nos sinais do pão e do vinho com todo o seu ser
humano-divino.
«
Feliz d’Aquela que acreditou » (Lc 1, 45): Maria
antecipou também, no mistério da encarnação, a fé eucarística
da Igreja.
E, na visitação, quando leva no seu ventre o Verbo encarnado, de
certo modo Ela serve de « sacrário » – o primeiro « sacrário »
da história –, para o Filho de Deus, que, ainda invisível aos
olhos dos homens, Se presta à adoração de Isabel, como que «
irradiando » a sua luz através dos olhos e da voz de Maria. E o
olhar extasiado de Maria, quando contemplava o rosto de Cristo
recém-nascido e O estreitava nos seus braços, não é porventura o
modelo inatingível de amor a que se devem inspirar todas as nossas
comunhões eucarísticas?
56.
Ao longo de toda a sua existência ao lado de Cristo, e não apenas
no Calvário, Maria
viveu a dimensão sacrificial da Eucaristia.
Quando levou o menino Jesus ao templo de Jerusalém, « para O
apresentar ao Senhor » (Lc 2, 22), ouviu o velho Simeão anunciar
que aquele Menino seria « sinal de contradição » e que uma «
espada » havia de trespassar também a alma d’Ela (cf. Lc 2,
34-35). Assim foi vaticinado o drama do Filho crucificado e de algum
modo prefigurado o « stabat Mater » aos pés da Cruz. Preparando-Se
dia a dia para o Calvário, Maria vive uma espécie de « Eucaristia
antecipada », dir-se-ia uma « comunhão espiritual » de desejo e
oferta, que terá o seu cumprimento na união com o Filho durante a
Paixão, e manifestar-se-á depois, no período pós-pascal, na sua
participação na celebração eucarística, presidida pelos
Apóstolos, como « memorial » da Paixão.
Impossível
imaginar os sentimentos de Maria, ao ouvir dos lábios de Pedro,
João, Tiago e restantes apóstolos as palavras da Última Ceia: «
Isto é o meu corpo que vai ser entregue por vós » (Lc 22, 19).
Aquele corpo, entregue em sacrifício e presente agora nas espécies
sacramentais, era o mesmo corpo concebido no seu ventre! Receber a
Eucaristia devia significar para Maria quase acolher de novo no seu
ventre aquele coração que batera em uníssono com o d’Ela e
reviver o que tinha pessoalmente experimentado junto da Cruz.
57.
« Fazei isto em memória de Mim » (Lc 22, 19). No « memorial » do
Calvário, está presente tudo o que Cristo realizou na sua paixão e
morte. Por isso, não
pode faltar o que Cristo fez para com sua Mãe em nosso favor. De
facto, entrega-Lhe o discípulo predilecto e, nele, entrega cada um
de nós: « Eis aí o teu filho ». E de igual modo diz a cada um de
nós também: « Eis aí a tua mãe » (cf.
Jo 19, 26-27).
Viver
o memorial da morte de Cristo na Eucaristia implica também receber
continuamente este dom. Significa levar connosco – a exemplo de
João – Aquela que sempre de novo nos é dada como Mãe.
Significa ao mesmo tempo assumir o compromisso de nos conformarmos
com Cristo, entrando na escola da Mãe e aceitando a sua companhia.
Maria está presente, com a Igreja e como Mãe da Igreja, em cada uma
das celebrações eucarísticas. Se Igreja e Eucaristia são um
binómio indivisível, o mesmo é preciso afirmar do binómio Maria e
Eucaristia. Por isso mesmo, desde a antiguidade é unânime nas
Igrejas do Oriente e do Ocidente a recordação de Maria na
celebração eucarística.
58.
Na
Eucaristia, a Igreja une-se plenamente a Cristo e ao seu sacrifício,
com o mesmo espírito de Maria.
Tal verdade pode-se aprofundar relendo o Magnificat em perspectiva
eucarística. De facto, como o cântico de Maria, também a
Eucaristia é primariamente louvor e acção de graças. Quando
exclama: « A minha alma glorifica ao Senhor e o meu espírito exulta
de alegria em Deus meu Salvador », Maria traz no seu ventre Jesus.
Louva o Pai « por » Jesus, mas louva-O também « em » Jesus e «
com » Jesus. É nisto precisamente que consiste a verdadeira «
atitude eucarística ».
Ao
mesmo tempo Maria
recorda as maravilhas operadas por Deus ao longo da história da
salvação,
segundo a promessa feita aos nossos pais (cf. Lc 1, 55), anunciando a
maravilha mais sublime de todas: a encarnação redentora. Enfim, no
Magnificat está presente a tensão escatológica da Eucaristia.
Cada
vez que o Filho de Deus Se torna presente entre nós na « pobreza »
dos sinais sacramentais, pão e vinho, é lançado no mundo o germe
daquela história nova, que verá os poderosos « derrubados dos seus
tronos » e « exaltados os humildes » (cf. Lc 1, 52).
Maria
canta aquele « novo céu » e aquela « nova terra », cuja
antecipação e em certa medida a « síntese » programática se
encontram na Eucaristia. Se o Magnificat exprime a espiritualidade de
Maria, nada melhor do que esta espiritualidade nos pode ajudar a
viver o mistério eucarístico. Recebemos
o dom da Eucaristia, para que a nossa vida, à semelhança da de
Maria, seja toda ela um magnificat!
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Imaginemos Maria
Falo
a você que crê que Jesus salva e que ele já levou bilhões de
pessoas para o céu. Levou também, Maria, sua santa mãe. Se alguma
religião ensinasse que ele ainda não conseguiu levar nem a própria
mãe, tal religião estaria negando, ou o poder intercessor de Jesus
e o valor da sua vitória sobre a morte, ou a santidade e a pureza de
Maria.
Nem
eu nem você sabemos como era Maria. Então temos que imaginar como
era em Nazaré e como é hoje no céu. E é bem aí que precisamos
tomar cuidado com a nossa imaginação. Não podemos colocar Maria
nem acima, nem abaixo do lugar dela no Reino de Deus. Não podemos
imaginá-la nem além, nem aquém do que a nossa Igreja ensina Não
podemos inventar recados que ela não deu, palavras que ela não
disse nem diria, aparições que não aconteceram. Videntes erram e,
não poucas vezes, também.os sacerdotes que os aconselham. Alguém
pode amar muito a Jesus e a sua mãe e, levado pelo entusiasmo, criar
visões que não aconteceram. Muita gente já fez isso, para depois
admitir que estava iludida. Não era a mãe de Jesus. A Igreja
percebeu que era engano desse ou dessa fiel.
Por
isso , se você garante que a vê e que ela lhe fala e, se a ama de
verdade, não dê nenhum recado que acha que ouviu dela, sem primeiro
consultar mais de um sacerdote. De preferência ouça um do seu grupo
e outro de fora. O fato é tão sério que convém ouvir ainda um
terceiro, indicado pelo bispo da diocese. Que os três tenham uma boa
bagagem teológica e uma boa experiência pastoral. Não devem ser
muito jovens. Se, de quebra, puder conversar com um psicólogo
católico, faça isso.
Porque
dou este conselho? Porque tenho lido, visto e ouvido muita gente dar
recados em nome de Maria, sem o conhecimento dos sacerdotes e dos
bispos. A grande maioria sabe pouco de bíblia, de catecismo e de
História da Igreja. Talvez por isso ande repetindo o que a Igreja já
condenou e questionou no passado.
Nós,
católicos, temos dezenas de escritos oficiais sobre Maria e o seu
papel na nossa Igreja e no cristianismo. Mas temos também,
circulando entre o povo milhares de folhetos e panfletos de irmãos e
irmãs que dizem que Maria mandou publicar aquilo. Se não estão
brincando de videntes e parecem assim tão certos de estarem ouvindo
Maria, então que se deixem analisar por gente tão ou mais séria do
que eles, que também não estão brincando de ser bispo, teólogo ou
pároco! Imaginemos Maria , sim, mas aceitando os limites propostos
pela nossa Igreja e pelo Santo Livro. Você tem ouvido ultimamente
algumas pregações sobre Maria? Alguns a diminuem e outros a
super-exaltam. E tudo o que ela quer é o respeito que certamente ela
merece. Que tal lermos o que a Igreja disse sobre ela desde l950?
Pelo menos é um discurso mais atual! Entre as palavras de um piedoso
livro do século XVI e as do Vaticano II, mais as dos papas do século
XX qual delas você divulgaria? Ou aquilo tudo foi pensado e escrito
para depois agirmos como se nada tivesse sido dito sobre Maria nos
últimos 50 anos?
Conversión - Conheça o trabalho do Chileno Francisco Val
Francisco Val - Conheça esse cantor católico Chileno e seu álbum Conversión...
Conversão que nasce com a idéia de acompanhar Cristo, através do deserto, seu caminho até a Cruz, o significado da ressurreição culminando com a glória do Espírito Santo. Uma mudança na história que orienta e dá sentido às nossas vidas. Um convite para renascer das profundezas da alma e a olhar de uma forma mais livre, mais fraterna, mais cheia, mais perto de Deus, que deu a sua vida por nós.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
A Fé Eucarística de Maria

De
certo modo, Maria
praticou a sua fé eucarística ainda antes de ser instituída a
Eucaristia,
quando ofereceu o seu ventre virginal para a encarnação do Verbo de
Deus. A Eucaristia, ao mesmo tempo que evoca a paixão e a
ressurreição, coloca-se no prolongamento da encarnação. E Maria,
na anunciação, concebeu o Filho divino também na realidade física
do corpo e do sangue, em certa medida antecipando n’Ela o que se
realiza sacramentalmente em cada crente quando recebe, no sinal do
pão e do vinho, o corpo e o sangue do Senhor.
Existe,
pois, uma profunda analogia entre o fiat pronunciado por Maria, em
resposta às palavras do Anjo, e o amen que cada fiel pronuncia
quando recebe o corpo do Senhor. A Maria foi-Lhe pedido para
acreditar que Aquele que Ela concebia « por obra do Espírito Santo
» era o « Filho de Deus » (cf. Lc 1, 30-35). Dando continuidade à
fé da Virgem Santa, no mistério eucarístico é-nos pedido para
crer que aquele mesmo Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, Se torna
presente nos sinais do pão e do vinho com todo o seu ser
humano-divino.
João Paulo II
Perfil de um legionário à luz da Bíblia
- É ter “os mesmo sentimentos que havia em Jesus“ (Fl 2,5).
- “Devo anunciar a Boa Notícia do Reino de Deus também para outras cidades, porque é para isso que fui enviado“ (Lc 4,43).
- Ele não anda sem rumo (I cor 9,26).
- É um apaixonado pelo Deus da vida e pela causa da vida, como o profeta Jeremias (Jr 20,7-11).
- “E sereis minhas testemunhas até os externos da terra“ (At 1,8).
- “Considero tudo uma perda, diante do bem superior que é o conhecimento do meu Senhor Jesus Cristo. Por causa da vida, conhecimento do meu Senhor Jesus. Por causa dele perdi tudo, e considero tudo como lixo, a fim de ganhar a Cristo e estar com ele“ (Fl 3,8).
- Estudar o Evagelho de Jesus, com a mesma atidude de Maria, irmã de Marta, sentada aos pés de Jesus (Lc 10,38-42).
- “Fiquem alegres, porque os names de vocês estão escritos no Céu“ (Lc 10,20
- “Quando vocês tiverem cumprindo tudo o que lhe mandaram fazer, digam: somos empregados inúteis, fizemos o que devíamos fazer“ (Lc 17,17).
- Assume a vida dos primeiros missionários porque são pessoas que:
- Sabem colher os frutos do Reinos espalhados no meio do povo;
- Vivem em oração;
- Anunciam com coragem o Reino de Deus em uma sociedade conflitiva;
- Levam uma vida humilde;
- Não perdem tempo inutilmente pelo caminho, organizam tudo em função da missão;
- Levam a palavra de paz (Shalom).
- Visitam a aceitar hospedagem com gratidão, sem fazer exigências.
- Lutam para reintegrar os excluídos na sociedade.
- Não aceitar corromper-se por uma sociedade injusta e contrária ao projeto de Deus.
Conforme
está escrito em Lucas 10, 1-11,
também em Mateus 10, 1-15 e Marcos
6, 6-13.
Legionário o Semeador

No imenso campo do mundo tu és semeador,
semeia, Legionário, semeia
cada
vez com maior amor.
Não digas que o solo é mau,
Que chove frequentemente
ou que o sol castiga a terra
ou que não serve a semente.
Enfrenta as dificuldades não podes desanimar.
Aqui no campo do mundo, teu dever é semear.
Tua palavra é semente.
Teu exemplo, teu perdão,
É semente que dás tua lição.
É semente teu sorriso,
o teu aperto de mão.
É semente tudo, tudo que vem do teu coração.
Não esperas recompensa, mas recompensa terás.
E nem apenas em riqueza mas rico sei que serás.
Porque trabalhas num reino.
Onde perder é ganhar Onde dar é receber .
Vamos, legionário semear.
Semeia, semeia sempre.
Cada vez com mais amor.
No imenso campo do mundo.
Tu és semeador!
Norma de Oliveira
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
OUTUBRO, MÊS DAS MISSÕES - 2013
A 5ª Conferência
de Aparecida faz apelo forte, no sentido de que toda a Igreja, todos
os batizados se tornem discípulos-missionários de Jesus Cristo.
As Diretrizes Gerais
da Ação Evangelizadora da CNBB insistem no assunto, falando de
“uma Igreja em estado permanente de missão”.
O Papa Francisco
está insistindo muito numa Igreja que sai das quatro paredes, de uma
Igreja do “ir”. O Papa Francisco nos manda arriscar. Prefere uma
Igreja acidentada por arriscar, à uma Igreja parada , doente. Não esqueçamos de
nossa diocese irmã de Cristalândia e de nosso missionário, Pe.
Antônio Mendes.
O mês missionário
retoma o tema da Campanha da Fraternidade, dando-lhe roupagem
missionária: Juventude em missão. Lema: “A quem eu te enviar,
irás” (Jr. 1,7b).
É importante que em
cada comunidade se assuma com muito empenho e criatividade o trabalho
missionário e também a coleta. O mês missionário não visa só a
coleta, mas todo um trabalho de animação missionária. Quando o
povo é bem motivado, não deixa de responder positivamente.
Não existe missão
sem visitação, sem sair, ir ao encontro, acolher bem. Visitar é
ir, sair, ir ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades,
marcar presença nos diversos ambientes.
Nas celebrações,
dar sempre um enfoque missionário, usar os planfletos que trazem
preces, oração e explicações sobre o Ano da Infância e
Adolescência Missionária no Brasil, sobre a coleta do Dia Mundial
das Missões, sobre a Comissão Episcopal para a Amazônia e sobre o
Dia Nacional da Juventude.
O
Dia Mundial das Missões, além de conscientizar para o espírito
missionário, nos convida a fazer um gesto de solidariedade através
de uma coleta para o trabalho missionário. A distribuição dos
envelopes ajuda bastante para uma boa coleta. Toda coleta é enviada
para Roma, que aplica estes recursos nas terras de missão. Dias 19 e
20 de outubro, Dia Mundial das Missões, é o dia da Coleta Nacional
em favor das missões.
Ser
missionário é pensar globalmente e agir localmente. Ser missionário
é ocupar os espaços vazios. Nós não podemos ir até as terras de
missão, mas a nossa oração e os nossos recursos podem chegar até
lá.
Saudações
Missionários!
Pe. Valdemar
Carminati
O Chamado Vocacional: Por que?
Amor
Mariano: Se você sente o chamado de Deus em sua vida para o
Sacerdócio não perca tempo e procure por um seminário onde se viva
a Santa Tradição da Igreja. Devemos tomar cuidado com os seminários
escolhidos pois infelizmente em muitos deles (na maioria) a apostasia
já tomou conta. Salve Maria Puríssima! Louvado Seja Nosso Senhor
Jesus Cristo!
Vocation: Why not Priest? Tradução: Vocação: Por que não Padre (Sacerdote)?
Tradução da Música Legendado
Why Not Priest?
The Way: The Vocation."
The Way: The Vocation."
Porque não ser sacerdote?
A Maneira: A Vocação.
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