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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Oração e Consagração a Nossa Senhora Aparecida



Oração a Nossa Senhora Aparecida


Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, 
Mãe de Deus, Rainha dos Anjos, 
Advogada dos pecadores, 
refúgio e consolação dos aflitos e atribulados, 
Virgem Santíssima, 
cheia de poder e de bondade, 
lançai sobre nós um olhar favorável, 
para que sejamos socorridos por vós, 
em todas as necessidades em que nos acharmos.

Lembrai-vos, ó clementíssima Mãe Aparecida, 
que nunca se ouviu dizer 
que algum daqueles que têm a vós recorrido, 
invocado vosso santíssimo nome 
e implorado a vossa singular proteção, 
fosse por vós abandonado.

Animados com esta confiança, 
a vós recorremos.

Tomamo-vos para sempre por nossa Mãe, 
nossa protetora, consolação e guia, 
esperança e luz na hora da morte.

Livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos 
e ao vosso Santíssimo Filho, Jesus.

Preservai-nos de todos os perigos 
da alma e do corpo; 
dirigi-nos em todos os assuntos espirituais e temporais.

Livrai-nos da tentação do demônio, 
para que, trilhando o caminho da virtude, 
possamos um dia ver-vos e amar-vos 
na eterna glória, por todos os séculos dos séculos. 
Amém!


Consagração a Nossa Senhora Aparecida
  
Ó Virgem Santíssima, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira do Brasil, eis-nos prostrados suplicantes, aos pés do Vosso trono, na certeza de obter de Vossa misericórdia as graças e a ajuda oportuna nas calamidades presentes, não em virtude de nossos méritos, que são poucos, mas unicamente pela imensa bondade do Vosso Coração maternal.
  
Os abomináveis pecados do mundo, as perseguições dirigidas contra a Igreja de Jesus Cristo, mais ainda, a apostasia das nações e de tantas almas cristãs, em suma, os esquecimentos por parte da maioria dos homens de que sois a Mãe da Divina Graça, tudo isso é agonia para Vosso Coração Doloroso e Imaculado, tão unido, em sua compaixão, aos sofrimentos do Sagrado Coração de Vosso Filho.

 Nesses tempos calamitosos em que tantas almas se perdem viemos ao vosso Santuário suplicar a vossa proteção sobre nossas famílias, dilaceradas pela discórdia e pelo flagelo do divórcio.

 Pedimos pelos nossos filhos, atraídos covardemente por um mundo apóstata da fé, que lhes acena com falsos prazeres, as drogas e uma impressionante  revolta contra a autoridade de Deus e de seus pais.
  
Pedimos também pela nossa Pátria, esquecida de vós e do Coração de vosso Filho, ela que nasceu sob o manto da Santa Cruz e que tantas glórias já trouxe para a Santa Igreja Católica, em tempos de maior devoção e vida católica. 

Não permitais que os próximos anos se transformem em perseguições sorrateiras e silenciosas contra os direitos de Deus e de sua Igreja.
  
Dai-nos as graças que nos são tão necessárias para resistir a tantas mentiras e enganações, e fazei que sejamos fiéis às promessas do nosso Santo Batismo. Queremos viver sob o vosso manto e sob vossa maternal proteção e para tanto, consagramos nossas almas como filhos amorosos e confiantes, prometendo o esforço de nunca abandonar a oração do Terço e a devoção ao vosso Imaculado Coração, última tábua de salvação.
  
Assim seja!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Significado « Símbolos e Palavras Latinas »

DISPOSIÇÃO DO ALTAR LEGIONÁRIO
O altar não deve ficar fora do círculo da reunião


O SIGNIFICADO DOS SÍMBOLOS DO ALTAR LEGIONÁRIO

A TOALHA
Significa o mundo, campo de ação do legionário, (lugar por onde eles evangelizam casas, ruas, hospitais, presídios, asilos, creches).
OS DOIS CASTIÇAIS
Significam a luz de Cristo que nos ilumina e vai evangelizando, por onde os legionários vão levando a sua Palavra.
OS DOIS JARROS
Significam o par legionário em Missão no mundo. Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles.
A ÁGUA
Significa o nosso Batismo. O compromisso de sermos evangelizadores, porque somos Batizados. Todo batizado é convocado a ser evangelizador.
AS FLORES
Significam as alegrias no trabalho semanal quando levamos Jesus aos irmãos. Seus espinhos, as dificuldades, os obstáculos, o pouco caso, o mundo sem Deus.
O VEXILLUM
É o estandarte da Legião. A pomba representa o Espírito Santo. Aquele que move a Legião. A legenda « Legio Mariae » é o nome do nosso movimento. A virgem Maria derramando graças sobre a terra. O conjunto exprime a idéia da conquista do mundo pelo Espírito Santo, atuando por Maria e seus filhos.
A IMAGEM DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
Nossa Senhora é a porta pela qual entramos no céu. A Mãe de Deus e nossa, que nos ampara, forma e educa, para sermos legionários fiéis, verdadeiros cristãos, servindo com amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor. A Medianeira de Todas as Graças derramadas por Deus sobre suas criaturas. Aquela que, no silêncio, fala-nos com seu olhar maternal e carinhoso o que devemos fazer.


PALAVRAS LATINAS USADAS NA LEGIÃO DE MARIA E SEU SIGNIFICADO.

ACIES
Está palavra latina significa um "exército em ordem de batalha". solenidade anual em que os legionários desfilam em frente a imagem de Nossa Senhora, tomando nas mãos o Vexillum renovam a sua Consagração a Maria.
PRAESIDIUM
(singular) e PRAESIDIA (plural) - Presidium / Presidia (pronúncia) Significa: praça, um destacamento de soldados. Entre romanos era um grupo de soldados encarregados da guarda de uma localidade. É o grupo local da Legião.
COMITIUM
(singular) e COMITIA (plural) - Comicium / Comicia (pronuncia) Conselho Diretivo constituído por todos os oficiais dos vários praesidia existentes em determinado território.
REGIA
(singular) e REGIAE (plural) - Régie (pronúncia) Que supervisiona as atividades dos Comitia e Curiae num território bem maior do que a dos Comitia e menor que o do Senatus.
SENATUS
(singular e plural) Conselho Diretivo nacional ou regional encarregado dos vários Regiae, Comitia, Curiae numa região.
CONCILIUM LEGIONIS
Conselho Supremo, em Doblim, que dirige a Legião no mundo.
TESSERA
(singular) Tesserae (plural) - Téssere (pronúncia) Significa « Senha »  ou sinal de identificação. Folhinha de Orações que circula entre os legionários. É o penhor de unidade e fraternidade entre eles.
CATENA
Significa « corrente » - « cadeia ». Oração do Magnificat que o legionário recita diariamente. É o vínculo que une a Legião à vida de seus membros.
ALLOCUTIO
Pronuncia-se alocúcio. Era a alocução, o discurso do General Romano a seus soldados.
VEXILLUM
(singular) e VEXILLA (plural) - Viccilum (pronúncia) Significa estandarte, bandeira. Adaptado do estandarte Romano.


São Pio de Pietrelcina apresentado pelo Pe. Paulo Ricardo

Por que Padre Pio apanhava do demônio?

Infância e Educação de São João Batista




                                           A Virgem Amamentando o Menino Jesus e São João Batista Criança em Adoração, c. 1500-20


João nasceu numa pequena aldeia chamada Aim Karim, a cerca de seis quilômetros lineares de distância a oeste de Jerusalém. Segundo interpretações do Evangelho de Lucas, era um nazireu de nascimento. Outros documentos defendem que pertencia à facção nazarita de Israel, integrando-a na puberdade, era considerado, por muitos, um homem consagrado. De acordo com a cronologia neste artigo, João teria nascido no ano 7a.C; os historiadores religiosos tendem a aproximar esta data do ano 1º, apontando-a para 2 a.C.
Como era prática ritual entre os judeus, o seu pai Zacarias teria procedido à cerimônia de circuncisão, ao oitavo dia de vida do menino. A sua educação foi grandemente influenciada pelas ações religiosas e pela vida no templo, uma vez que o seu pai era um sacerdote e a sua mãe pertencia a uma sociedade chamada "as filhas de Araão", as quais cumpriam com determinados procedimentos importantes na sociedade religiosa da altura.
Aos 6 anos de idade, de acordo com a educação sistemática judaica, todos os meninos deveriam iniciar a sua aprendizagem "escolar". Em Judá não existia uma escola, pelo que terá sido o seu pai e a sua mãe a ensiná-lo a ler e a escrever, e a instruí-lo nas atividades regulares.
Aos 14 anos há uma mudança no ensino. Os meninos, graduados nas escolas da sinagoga, iniciam um novo ciclo na sua educação. Como não existia uma escola em Judá, os seus pais terão decidido levar João a Engedii (atual Qumram) com o fito de este ser iniciado na educação nazarita.
João terá efetuado os votos de nazarita que incluíam abster-se de bebidas intoxicantes, o deixar o cabelo crescer, e o não tocar nos mortos. As ofertas que faziam parte do ritual foram entregues em frente ao templo de Jerusalém como caracterizava o ritual.
Engedi era a sede ao sul da irmandade nazarita, situava-se perto do Mar Morto e era liderada por um homem, reconhecido, de nome Ebner.


Morte dos pais e início da vida adulta

O pai de João, Zacarias, terá morrido no ano 12 d.C. João teria 18-19 anos de idade, e terá sido um esforço manter o seu voto de não tocar nos mortos. Com a morte do seu pai, Isabel ficaria dependente de João para o seu sustento. Era normal ser o filho mais velho a sustentar a família com a morte do pai. João seria filho único. Para se poder manter próximo de Engedi e ajudar a sua mãe, eles terão se mudado, de Judá para Hebrom (o deserto da Judéia). Ali João terá iniciado uma vida de pastor, juntando-se às dezenas de grupos ascetas que deambulavam por aquela região, e que se juntavam amigavelmente e conviviam com os nazaritas de Engedi.
Isabel terá morrido no ano 22.d.C e foi sepultada em Hebrom. João ofereceu todos os seus bens de família à irmandade nazarita e aliviou-se de todas as responsabilidades sociais, iniciando a sua preparação para aquele que se tornou um “objectivo de vida” - pregar aos gentios e admoestar os judeus, anunciando a proximidade de um “Messias” que estabeleceria o “Reino do Céu”. De acordo com um médico da Antioquia, que residia em Písia, de nome Lucas, João terá iniciado o seu trabalho de pregador no 15º ano do reinado de Tibério. Lucas foi um discípulo de Paulo, e morreu em 90. A sua herança escrita, narrada no "Evangelho Segundo São Lucas" e "Atos dos Apóstolos" foram compiladas em acordo com os seus apontamentos dos conhecimentos de Paulo e de algumas testemunhas que ele considerou. Este 15º ano do reinado de Tibério César terá marcado, então, o início da pregação pública de João e a sua angariação de discípulos por toda a Judeia em acordo com o Novo Testamento.
Esta data choca com os acontecimentos cronológicos. O ano 15 do reinado de Tibério ocorreu no ano 29 d.C. Nesta data, quer João Baptista, quer Jesus teriam provavelmente 36 a 37 anos de idade. Desta forma, considera-se que Lucas tenha errado na datação dos acontecimentos.

Influência religiosa

Ministério de João Batista
É perspectiva comum que a principal influência na vida de João terá sido o registros que lhe chegaram sobre o profeta Elias. Mesmo a sua forma de vestir com peles de animais e o seu método de exortação nos seus discursos públicos, demonstravam uma admiração pelos métodos antepassados do profeta Elias. Foi muitas vezes chamado de “encarnação de Elias” e o Novo Testamento, pelas palavras de Lucas, refere mesmo que existia uma incidência do Espírito de Elias nas acções de João.
O Discurso principal de João era a respeito da vinda do Messias. Grandemente esperado por todos os judeus, o Messias era a fonte de toda as esperanças deste povo em restaurar a sua dignidade como nação independente. Os judeus defendiam a ideia da sua nacionalidade ter iniciado com Abraão, e que esta atingiria o seu ponto culminar com achegada do Messias. João advertia os judeus e convertia gentios, e isto tornou-o amado por uns e desprezado por outros.
Importante notar que João não introduziu o baptismo no conceito judaico, este já era uma cerimônia praticada. A inovação de João terá sido a abertura da cerimônia à conversão dos gentios, causando assim muita polemica.
Numa pequena aldeia de nome “Adão” João pregou a respeito “daquele que viria”, do qual não seria digno nem de apertar as alparcas (as correias das sandálias). Nessa aldeia também, João acusou Herodes e repreendeu-o no seu discurso, por este ter uma ligação com a sua cunhada Herodíades, que era mulher de Filipe, rei da Ituréia e Traconites (irmão de Herodes Antipas I). Esta acusação pública chegou aos ouvidos do tetrarca e valeu-lhe a prisão e a pena capital por decapitação alguns meses mais tarde.
Batismo de Jesus
João batizava em Pela, quando Jesus se aproximou, na margem do rio Jordão. A síntese bíblica do acontecimento é resumida, mas denota alguns fatores fundamentais no sentimento da experiência de João. Nesta altura João encontrava-se no auge das suas pregações. Teria já entre 25 a 30 discípulos e batizava judeus e gentios arrependidos. Neste tempo os judeus acreditavam que Deus castigava não só os iníquos, mas as suas gerações descendentes. Eles acreditavam que apenas um judeu poderia ser o culpado do castigo de toda a nação. O baptismo para muitos dos judeus não era o resultado de um arrependimento pessoal. O trabalho de João progredia.
Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu, quando João batizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado no qual ponho toda a minha complacência”. Refere que uma pomba esvoaçou sobre os dois personagens dentro do rio, e relacionam essa ave com uma manifestação do Espírito Santo. Este acontecimento sem qualquer repetição histórica tem servido por base a imensas doutrinas.

Prisão e morte

Decapitação de João Batista
O aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipas I no 6º mês do ano 26 d.C. Ele foi levado para a fortaleza de Macaeros (Maqueronte), onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento apontava para a liderança de uma revolução. Herodias, por intermédio de sua filha, tradicionalmente chamada de Salomé, conseguiu coagir o Rei na morte de João, e a sua cabeça foi-lhe entregue numa bandeja de prata.
Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Local do nascimento de São João Batista


As fotos abaixo foram tiradas pelo nosso amigão e seminarista Victor José Grassi em Jerusalém, da igreja que foi construída no local de nascimento de São João Batista. Paz e Bem!!!




Seminarista Victor
From Jerusalém.




sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Consagração a Nossa Senhora Aparecida


Ó Maria Santíssima, que em vossa imagem querida de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil, eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios da vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a língua para que sempre vos louve e propague vossa devoção; consagro-vos o coração para que depois de Deus vos ame sobre todas as coisas.
Recebei-nos, ó Rainha incomparável, no ditoso número de vossos filhos e filhas, acolhei-nos debaixo de vossa proteção; socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e temporais, e sobretudo na hora de nossa morte.
Abençoai-nos, ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-nos em nossa fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possamos louvar-vos, amar-vos e render-vos graças no céu, por toda a eternidade. Assim seja.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

02 de Outubro - Santos Anjos da Guarda, rogai por nós!


Neste dia em que fazemos memória do nosso protetor, a Igreja termina assim o hino e oração da manhã: “Salvai por vosso filho a nós, no amor; ungidos sejamos pelos anjos; por Deus trino, protegidos!”
A palavra anjo significa, “enviado, mensageiro divino”, muitas vezes encontramos as manifestações dos anjos como missionários de Deus, e por isso, com clareza lemos no salmo 91: “Pois Ele encarregará seus anjos de guardar-te em todos os teus caminhos”.
Quando nos deparamos com a Anunciação e outros Mistérios da vida de Jesus, conseguimos perceber que este salmo profetiza a presença dos anjos na vida do Senhor. Ora, Cristo é o primogênito de todas as criaturas, nosso irmão e modelo. Se portanto sua humanidade, apesar de unida com a Divindade, era continuamente protegida por anjos, logo quanto mais devemos ser nós, seus membros tão frágeis. Tanto o Pai quer isto que revelou a Jesus: “Guardai-vos de desprezar algum desses pequeninos, pois eu vos digo, nos céus os seus anjos se mantêm sem cessar na presença do meu Pai que está nos céus.” (Mt 18,10)
Nos Atos dos Apóstolos e nos escritos de São Bernardo, Santo Tomás de Aquino e outros Doutores da Igreja, encontramos testemunhos que nos motivam a confiarmos nos Santos Anjos protetores de cada um, pois atesta a Sagrada Escritura: “Não são todos (os anjos) eles espíritos cumpridores de funções e enviados a serviço, em proveito daqueles que devem receber a salvação como herança?” (Hb 1,14)
Na Inglaterra desde o ano 800 acontecia uma festa dedicada aos Anjos da Guarda e a partir do ano 1111 surgiu uma linda oração (apresentada a seguir). Da Inglaterra esta festa se estendeu de maneira universal depois do ano 1608 por iniciativa do Sumo Pontífice da época. Aprendamos e rezemos esta quase milenar prece: “Anjo do Senhor – que por ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião – guardai-me neste dia (tarde ou noite); iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor. Amém.”

Reze assim:
Oração do Anjo da Guarda.

Santo Anjo do Senhor, Meu zeloso guardador, Se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege me guarde me governe e me ilumine. Amém.


Santos Anjos da Guarda, rogai por nós!