segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Visita a Cúria Juvenil Nossa Senhora da Salete
Visita realizada no dia 16/01/2014 a Cúria Juvenil Nossa Senhora da Salete do bairro próspera pelo irmão Fábio.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Senhora do Silêncio - Oração
Tu és
disponibilidade e receptividade.
Tu és fecundidade e plenitude.
Tu és atenção e solicitude pelos irmãos.
Estás revestidas de fortaleza.
Resplandecem em ti a maturidade humana e a elegância espiritual.
És senhora de ti mesma antes de ser nossa Senhora.
Em ti não existe dispersão.
Tu és fecundidade e plenitude.
Tu és atenção e solicitude pelos irmãos.
Estás revestidas de fortaleza.
Resplandecem em ti a maturidade humana e a elegância espiritual.
És senhora de ti mesma antes de ser nossa Senhora.
Em ti não existe dispersão.
Em um ato de
simples e total, tua alma, toda imóvel, está paralisada e identificada com o
Senhor. Estás dentro de Deus, e Deus dentro de ti. O Mistério total te envolve
e te penetra e te possui, ocupa e entrega todo o teu ser.
Parece que em ti
tudo ficou parado, tudo se identificou contigo: o tempo, o espaço, a palavra, a
música, o silêncio, a mulher, Deus. Tudo ficou assumido em ti, e divinizado.
Jamais se viu
figura humana de tamanha doçura, nem se voltará a ver nesta terra uma mulher
tão inefavelmente evocadora. Entretanto, teu silêncio não é a ausência, mas
presença. Estás abismada no Senhor e ao mesmo tempo atenta aos irmãos, como em
Caná. A comunicação nunca é tão profunda como quando não se diz nada, e o
silêncio nunca é tão eloqüente como quando nada se comunica.
Faze-nos
compreender que o silêncio não é desinteressante pelos irmãos, mas fonte de
energia e de irradiação, não é encolhimento mas projeção. Faz-nos compreender
que, para derramar, é preciso preencher-se. Afoga-se o mundo no mar da
dispersão, e não é possível amar os irmãos com um coração disperso. Faze-nos
compreender que o apostolado, sem silêncio, é alienação, e que o silêncio, sem
apostolado, é comodidade.
Envolve-nos em
teu manto de silêncio e comunica-nos a fortaleza de tua fé, a altura de tua
Esperança e a profundidade de teu Amor.
Fica com os que
ficam e vem com os que partem. Ó Mãe Admirável do Silêncio! Amém.
Frei Ignácio Larrañaga
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Viagem diária com Deus
"Aprenda como rezar na cidade ou no campo...
esperando um ônibus ou dentro de um trem."
Thomas Merton
Se sua viagem
para ir ao trabalho ou voltar dele for de dez minutos ou duas horas, de carro,
de trem, de ônibus ou mesmo de avião, aproveite a oportunidade para passar
parte desse tempo conversando com Deus. O que significa conversar com Deus?
Isso envolve acalmar-se, ouvir o silêncio por trás dos muitos sons que o
cercam, procurar ouvir a voz silenciosa de Deus em seu coração.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Visita ao Praesidium Nossa Senhora das Graças
Visita realizada ao praesidium Nossa Senhora das Graças do Bairro
Próspera, realizada pelo irmão Fabio e pela irmã Henry. Lá encontramos
legionários cumpridores com seus deveres para com a legião.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Visita ao Praesidium Ave Maria
Visita realizada ao praesidium Ave Maria do Bairro Próspera, realizada pela irmã Lenir. Lá
encontramos legionários responsáveis por dois praesidia juvenis, dedicados a visita domiciliar e a boa impressa católica.
Visita ao Praesidium Anjos de Maria
Visita realizada ao praesidium Anjos de
Maria do Bairro Próspera, realizada pela irmã Lenir e irmão Fabio. Lá
encontramos legionários responsáveis pela Curia Juvenil Nossa Senhora da
Salete.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
A santidade é a vocação do cristão
Desde a Antiga Aliança, Patriarcas, Deus chama o povo à santidade: “Eu sou o Senhor que vos tirou do Egito para ser o vosso Deus. Sereis santos porque Eu sou Santo”. (Lv 1, 44-45)
O desígnio de Deus é claro: uma vez que fomos criados à sua“imagem e semelhança” (Gn 1,26) e Ele é Santo, nós devemos ser santos também. O Senhor não deixa por menos. A medida e a essência dessa santidade é o próprio Deus. São Pedro repete esta ordem dada ao povo no deserto, em sua primeira carta, convocando os cristãos a imitarem a santidade de Deus:
“A exemplo da santidade daquele que vos chamou, sede também vós santos, em todas as vossas ações, pois está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.” (1Pd 1,15-16)
São Pedro exige dos fieis que “todas as vossas ações” espelhem esta santidade de Deus, já que “vós sois, uma raça escolhida, um sacerdócio régio, uma nação santa, um povo adquirido para Deus, a fim de que publiqueis o poder daquele que das trevas vos chamou à sua luz maravilhosa”. (1Pd 2,9)Para São Pedro a vida de santidade era uma imediata consequência de um povo que ele chamava de “quais outras pedras vivas… materiais deste edifício espiritual, um sacerdócio santo”. (1Pd 2,5)
Neste sentido exortava os cristãos do seu tempo a romper com a vida carnal: “luxúrias, concupiscências, embriagues, orgias, bebedeiras e criminosas idolatrias” (1Pd 4,3)vivendo na caridade, já que esta “cobre a multidão dos pecados”. (1Pd 4,8)
Jesus, no Sermão da Montanha chama os discípulos à perfeição do Pai: “Sede perfeitos assim como o vosso Pai celeste é perfeito”. (Mt 5,48)
Essas palavras fazem eco ao que Deus já tinha ordenado ao povo no deserto: “Sede santos, porque eu sou santo”. (Lv 11,44)
Jesus falava da bondade do Pai, que ama não só os bons, mas também os maus, e que “faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos”. (Mt 5,45) Jesus pergunta aos discípulos: “Se amais somente os quevos amam, que recompensa tereis?” (46). Para o Senhor, ser perfeito como o Pai celeste, é amar também os inimigos, os que não nos amam. “Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem e vos maltratam”(44) e mais ainda: “Não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra”. (39)
Sem dúvida não é fácil viver essa grande exigência que Jesus nos faz, mas é por isso mesmo que ao cumpri-las vamos nos tornando santos, perfeitos, como o Pai celeste.
Todo o Sermão da Montanha, que São Mateus relata nos capítulos 5, 6 e 7, apresenta-nos o verdadeiro código da santidade. É como dizem os teólogos, a “Constituição do Reino de Deus”. Santo Agostinho nos assegura que:
“Aquele que quiser meditar com piedade e perspicácia o Sermão que nosso Senhor pronunciou no Monte, tal como o lemos no Evangelho de São Mateus, aí encontrará, sem sombra de dúvida, a carta magna da vida cristã” (CIC, nº 1966).
É por isso que na festa de todos os Santos a Igreja nos faz meditar no Evangelho das Bem-aventuranças, que são o início, e como que o resumo, de todo o Sermão do Monte.
São Paulo começa quase todas as suas Cartas lembrando os cristãos do seu tempo de que são chamados à santidade. Aos romanos, logo no início, ele se dirige dizendo:
“A todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos“. (Rm 1,7)
Aos corintios ele repete: “à Igreja de Deus que está em Corinto, aos fiéis santificados em Cristo Jesus chamados à santidade com todos…” (1Cor 1,2).
Aos efésios ele lembra, logo no início, que o Pai nos escolheu em Cristo “antes da criação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis diante de seus olhos” (Ef 1,5).
Aos filipenses ele pede que: “o discernimento das coisas úteis vos torne puros e irrepreensíveis para o dia de Cristo” (Fil 1,10).
“Fazei todas as coisas sem hesitações e murmurações a fim de serdes irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus íntegros no meio de uma geração má e perversa” (Fil 2,14) .
Para o Apóstolo a santidade é a grande vocação do cristão. Ele diz aos efésios:
“Exorto-vos pois (…) que leveis uma vida digna da vocação a qualfostes chamados, com toda humildade, mansidão e paciência”. (Ef 4,1)
De maneira mais clara ainda ele fala aos tessalonicenses sobre o que Deus quer de nós:
“Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza; que cada um de vós saiba possuir o seu corpo em santificação e honestidade, sem se deixar levar pelas paixões desregradas como fazem os pagãos que não conhecem a Deus”. (1 Tess 4,3-5)
Aos cristãos de Corinto, Paulo volta a insistir na sua segunda Carta:
“Purifiquemo-nos de toda a imundice da carne e do espírito realizando a obra de nossa santificação no temor de Deus” (2 Cor 7,1) e também a carta aos Hebreus, nos manda procurar a santidade:
“Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor”. (Hb 12,14)
Santa Teresa de Ávila afirma que: “O demônio faz tudo para nos parecer um orgulho o querer imitar os santos”.
A santidade é o meio de voltarmos a ser “imagem e semelhança” de Deus, conforme saímos de suas mãos.
São Paulo ensina na carta aos romanos que Deus nos quer como autênticas imagens de Jesus:
“Os que ele distinguiu de antemão, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que este seja o primogênito entre uma multidão de irmãos”. (Rm 8,29)
A santificação, portanto, consiste em cada cristão se transformar numa cópia viva de Jesus, “um outro Cristo” como diziam os santos Padres. Quando a imagem de Jesus estiver formada em nossa alma, então teremos chegado à meta que Deus nos propõe. É aquele estado de vida que levou, por exemplo, São Paulo a exclamar:“Eu vivo, mas já não sou mais eu, é Cristo que vive em mim. A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus”. (Gl 2,20)
Jesus sofreu a sua Paixão e Morte para que recuperássemos diante do Pai a santidade. É o que o Apóstolo nos ensina: “Eis que agora Ele vos reconciliou pela morte de seu corpo humano, para que vos possais apresentarsantos, imaculados, irrepreensíveis aos olhos do Pai”. (Col 1,22)
Fomos criados por Deus e para Deus, e a Ele pertencemos; por isso, somos chamados à santidade. O salmista canta essa verdade essencial:
“Ele é nosso Deus; nós somos o povo de que ele é o pastor,
“As ovelhas que as suas mãos conduzem.” (Sl 94,7)
“Sabei que o Senhor é Deus: somos o seu povo e as ovelhas de seu rebanho.” (Sl 99,3)
Essa pertença a Deus é que nos obriga acima de tudo a buscarmos como meta da nossa vida a santidade, que é a marca de Deus, três vezes Santo. O Papa João Paulo II, que era um pregador incansável da santidade, disse certa vez:
“Não tenhais medo da santidade, porque nela consiste a plena realização de toda a autêntica aspiração do coração humano.” (LR,N.17, 7/4/96)
“Entre as maravilhas que Deus realiza continuamente, reveste singular importância a obra maravilhosa da santidade, porque ela se refere diretamente à pessoa humana.”
E o Papa resume tudo dizendo que:
“A santidade é a plenitude da vida.” (LR, N.20, 18/5/96)
Com a mesma ênfase, São Paulo afirma para os corintios que não nos pertencemos, porque fomos comprados por um alto preço que é o sangue de Cristo (cf. 1 Cor 6,19). Aos romanos o Apóstolo diz: “Nenhum de vós vive para si e ninguém morre para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se morremos, morremos para o Senhor. Quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor. (Rm 14,7)
Prof. Felipe Aquino
Por amor a Jesus, ter uma vida de oração
Jesus gostava tanto de conversar com o Pai que passava noites inteiras nesse colóquio no alto dos montes da Galileia (cf. Mt 6,9).
“É necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo” (Lc 18,1); “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26,41);“Pedi e se vos dará.” (Mt 7,7).
Jesus nos deu o exemplo:
“Entretanto espalhava mais e mais a sua fama, e concorriam grandes multidões para o ouvir e ser curadas das suas enfermidades. Mas ele costumava retirar-se a lugares solitários para orar.” (Lc 5,15-16).
Orar é uma ordem, um mandamento do Senhor. Sem oração, nenhum de nós fica de pé espiritualmente e ninguém consegue fazer a vontade de Deus. A razão é muito clara: “Porque sem mim nada podeis fazer.” (Jo 15,5).
Jesus deixou claro: esse “nada” indica que, por nós mesmos, não conseguiremos fazer o bem e, pior ainda, evitar o mal. São Paulo insistiu:
“É Deus que opera tudo em todos.” (1Cor 12,6).
São Tomás de Aquino disse que todas as graças que o Senhor, desde a eternidade, determinou conceder-nos, não as quer concedera não ser por meio da oração. “A oração é necessária”, disse o santo, “não para que Deus conheça as nossas necessidades, mas para que fiquemos conhecendo a necessidade que temos de recorrer a Deus, reconhecendo-O como o único autor de todos os bens.”
Quando o Senhor manda: “Pedi e se vos dará. Buscai e achareis” (Mt 7,7), no fundo, Ele deseja que reconheçamos que só Ele é o autor dos nossos bens e que, portanto, devemos só a Ele recorrer. É por isso que desagradamos profundamente a Deus todas as vezes que buscamos socorro fora Dele, especialmente nas práticas idolátricas, adivinhação, invocação dos mortos, horóscopo – e em outras práticas, sendo infiéis a Deus.
Toda a tradição da Igreja e as Escrituras condenam toda e qualquer busca de poder fora de Deus, por ser exatamente essa a característica do paganismo (cf. 1 Cor 10,20; Dt 18,10-13).
Por outro lado, aquele que ora, manifesta confiança em Deus, como o salmista disse: “Confia ao Senhor a tua sorte, espera nele: e ele agirá.” (Sl 36,5).
O velho Tobias afirmava: “Pede-lhe que dirija os teus passos, de modo que os teus planos estejam sempre de acordo com a sua vontade.” (Tb 4,20).
Feliz o cristão que adquiriu o hábito de conversar, coração a coração, familiarmente, com Deus. Isso é orar, falar com Deus coração a coração, em todas as circunstâncias.
Deus quer que conversemos com Ele, diz Santo Afonso de Ligório, e quer ser tratado como amigo íntimo. Ninguém nos ama tanto como Ele e até as nossas pequenas coisas Lhe interessam.
É preciso ser transparente diante do Senhor, abrindo-Lhe o coração com toda a liberdade e confiança. Diz o livro da Sabedoria que “Deus antecipa-se e dá-se a conhecer aos que O desejam.” (Sb 6,13).
São Paulo expressou tudo isso em poucas palavras:
“Vivei sempre contentes. Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo.” (1Ts 5,16,18).
Podemos e devemos, assim, conversar com Deus em todas as ocasiões: na alegria e na dor, na penúria e na fartura, na saúde e na doença, pedindo, agradecendo, louvando, bendizendo, cantando…
Podemos orar quando estamos no carro, na bicicleta, na cozinha, no silêncio do quarto, na rua… E Deus estará sempre acolhendo nossa oração e nos respondendo. Nenhuma oração feita com o coração fica sem resposta.
Enfim, a oração é a força do homem, é o caminho mais simples para receber os dons de Deus. Sem oração não há vitória no trabalho para Deus.
Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja, viveu 91 anos. Escreveu mais de cem livros e disse que, se em toda a sua vida tivesse de fazer uma só pregação, essa seria sobre a oração.
Sem oração é impossível caminhar na fé e fazer a vontade de Deus. Ela é a nossa força; por ela os santos chegaram à santidade; e, sem ela ninguém experimentará a glória e o poder de Deus.
A oração é para a alma o que o ar é para o corpo. Uma alma que não reza é uma alma que não respira; não tem vida. Ninguém pode servir a Deus sem muita oração, pela simples razão de que é Ele, e somente Ele, que realiza todas as coisas; nós somos apenas seus instrumentos.
Quanto mais comungamos com Ele pela oração, mais nos tornamos um instrumento útil em suas santas mãos. É uma grande ilusão querer fazer algo por Deus e para Deus, sem rezar.
Esta é a maior tentação que sofremos: rezar pouco, não rezar ou rezar mal. A oração pode mudar todas as coisas; pois, o próprio Anjo Gabriel disse à Maria: “Para Deus nada é impossível.” (Lc 1,37).
“Tudo é possível ao que crê” (Mc 9,23), nos garantiu o Senhor.
“Tudo o que pedirdes na oração, crede que o tendes recebido, e ser-vos-á dado.” (Mc 11,24).
São Paulo recomenda com insistência: “Orai em todo o tempo”(Ef 6,18), “perseverai na oração” (Col 4,2), “orai sempre e em todo o lugar.” (1Tim 2,8).
“Antes de tudo recomendo que se façam súplicas, orações, petições, ações de graças por todos os homens (…)” (1Tim 2,1).
E São Pedro nos adverte:
“Lançai em Deus todas as vossas preocupações porque Ele tem cuidado de vós.” (1Pe 5,7).
O Papa Paulo VI disse certa vez:
“Quando consideramos as mais verdadeiras, mais profundas e, ao mesmo tempo, mais negligenciadas necessidades dos homens do nosso tempo, não podemos deixar de concluir pelo primado da oração no campo da atividade multiforme da Igreja.”
“A Igreja é a sociedade dos homens que oram. Seu principal objetivo é ensinar a rezar.”
“A Igreja proclama a identidade entre a oração e a caridade; afirma Bossuet: É certo que não existe senão a caridade que ora.”(L’Osservatore Romano, 21/07/1966).
O grande pregador de Notre Dame de Paris, Padre De Ravignân S.J., dizia:
“Meus queridos amigos, acreditem-me, depois da experiência de 30 anos de ministério, eu sinto o dever de notificar e testemunhar o seguinte:
Todas as defecções e todas as deficiências; todas as misérias e todas as falhas; todas as quedas assim como os passos mais horríveis fora do caminho reto, tudo isto deriva de uma única fonte: falta de constância na oração.
Vivam uma vida de oração; aprendam a transformar qualquer coisa na oração, quer os sofrimentos, quer as dores e qualquer tipo de tentação.
Rezem na calma e na tempestade, rezem à noite como ao longo do dia, rezem indo e voltando, rezem embora se sintam cansados e distraídos.
Rezem também a contragosto e peçam a Jesus que agoniza no Jardim das Oliveiras e no Calvário aquela força e aquela coragem de rezar que Ele nos mereceu com suas dores e seu sangue.
Rezem, porque a oração é a força que salva, a coragem que dá a perseverança, a mística ponte lançada por Deus sobre o abismo que separa a alma de Deus.”
Para os pregadores Santo Agostinho recomendava:
“Ser orante, antes de ser orador.”
“Falar com Deus, mais do que falar de Deus.”
Prof. Felipe Aquino
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